segunda-feira, 9 de maio de 2011

ATIVIDADE DA PROFª. VERA 2º ANO B - SOBRE FORMAÇÃO DAS PALAVRAS

BOA TARDE CAROS LEITORES HOJE VAMOS FALAR E VER ATIVIDADES RELACIONADAS A FORMAÇÃO DE PALAVRAS REALIZADA PELA PROF.ª VERALÚCIA 2º ANO B TARDE.

Conceitos básicos: 
Observe as seguintes palavras: 
escol-a 
escol-ar
escol-arização 
escol-arizar
sub-escol-arização 
Observando-as, percebemos que há um elemento comum a todas elas: a forma escol-. Além disso, em todas há elementos destacáveis, responsáveis por algum detalhe de significação. Compare, por exemplo, escola e escolar: partindo de escola, formou-se escolar pelo acréscimo do elemento destacável -ar.
Por meio desse trabalho de comparação entre as diversas palavras que selecionamos, podemos depreender a existência de diferentes elementos formadores. Cada um desses elementos formadores é uma unidade mínima de significação, um elemento significativo indecomponível, a que damos o nome de morfema. 

Classificação dos morfemas: 

Radical 

Há um morfema comum a todas as palavras que estamos analisando: escol-. É esse morfema comum – o radical – que faz com que as consideremos palavras de uma mesma família de significação – os cognatos. O radical é a parte da palavra responsável por sua significação principal. 

Afixos 

Como vimos, o acréscimo do morfema –ar cria uma nova palavra a partir de escola. De maneira semelhante, o acréscimo dos morfemas sub- e –arização à forma escol- criou subescolarização. Esses morfemas recebem o nome de afixos. 
Quando são colocados antes do radical, como acontece com sub-, os afixos recebem o nome deprefixos. Quando, como –arização, surgem depois do radical os afixos são chamados de sufixos. Prefixos e sufixos, além de operar mudança de classe gramatical, são capazes de introduzir modificações de significado no radical a que são acrescentados. 

Desinências 

Quando se conjuga o verbo amar, obtêm-se formas como amava, amavas, amava, amávamos, amáveis, amavam. Essas modificações ocorrem à medida que o verbo vai sendo flexionado em número (singular e plural) e pessoa (primeira, segunda ou terceira). Também ocorrem se modificarmos o tempo e o modo do verbo (amava, amara, amasse, por exemplo).
Podemos concluir, assim, que existem morfemas que indicam as flexões das palavras. Esses morfemas sempre surgem no fim das palavras variáveis e recebem o nome de desinências. Há desinências nominais e desinências verbais.
• Desinências nominais: indicam o gênero e o número dos nomes. Para a indicação de gênero, o portuguêscostuma opor as desinências -o/-a
garoto/garota; menino/menina
Para a indicação de número, costuma-se utilizar o morfema –s, que indica o plural em oposição à ausência de morfema, que indica o singular: garoto/garotos; garota/garotas; menino/meninos; menina/meninas
No caso dos nomes terminados em –r e –z, a desinência de plural assume a forma -es: mar/mares; revólver/revólveres; cruz/cruzes

• Desinências verbais: em nossa língua, as desinências verbais pertencem a dois tipos distintos. Há aqueles que indicam o modo e o tempo (desinências modo-temporais) e aquelas que indicam o número e a pessoa dos verbos (desinência número-pessoais): 
cant-á-va-mos
cant-á-sse-is
cant: radical
cant:
radical
-á-: vogal temática
-á-: vogal temática
-va-:desinência modo-temporal (caracteriza o pretérito imperfeito do indicativo)
-sse-:desinência modo-temporal (caracteriza o pretérito imperfeito do subjuntivo)
-mos:desinência número-pessoal (caracteriza a primeira pessoa do plural)
-is: desinência número-pessoal (caracteriza a segunda pessoa do plural)
Vogal temática 

Observe que, entre o radical cant- e as desinências verbais, surge sempre o morfema –a. 
Esse morfema, que liga o radical às desinências, é chamado de vogal temática. Sua função é ligar-se ao radical, constituindo o chamado tema. É ao tema (radical + vogal temática) que se acrescentam as desinências. Tanto os verbos como os nomes apresentam vogais temáticas. 

• Vogais temáticas nominais: São -a, -e, e -o, quando átonas finais, como em mesa, artista, busca, perda, escola, triste, base, combate. Nesses casos, não poderíamos pensar que essas terminações são desinências indicadoras de gênero, pois a mesa, escola, por exemplo, não sofrem esse tipo de flexão. É a essas vogais temáticas que se liga a desinência indicadora de plural: mesa-s, escola-s, perda-s. Os nomes terminados em vogais tônicas (sofá, café, cipó, caqui, por exemplo) não apresentam vogal temática. 

• Vogais temáticas verbais: São -a, -e e -i, que caracterizam três grupos de verbos a que se dá o nome de conjugações. Assim, os verbos cuja vogal temática é -a pertencem à primeira conjugação; aqueles cuja vogal temática é -e pertencem à segunda conjugação e os que têm vogal temática -i pertencem à terceira conjugação. 
primeira conjugação
segunda conjugação
terceira conjugação
govern-a-va
estabelec-e-sse
defin-i-ra 
atac-a-va
cr-e-ra
imped-i-sse
realiz-a-sse
mex-e-rá
ag-i-mos
Vogal ou consoante de ligação 
As vogais ou consoantes de ligação são morfemas que surgem por motivos eufônicos, ou seja, para facilitar ou mesmo possibilitar a leitura de uma determinada palavra. Temos um exemplo de vogal de ligação na palavra escolaridade: o -i- entre os sufixos -ar- e -dade facilita a emissão vocal da palavra. Outros exemplos: gasômetro, alvinegro, tecnocracia, paulada, cafeteira, chaleira, tricota.
VAMOS AS FOTOS DA ATIVIDADE

PROFª. VERA AUXILIANDO OS ALUNOS DO 2º ANO B.

TURMA DO 2º ANO B

FOTO DA ATIVIDADE APLICADA.

A TURMA EMPOLGADA COM A ATIVIDADE.

TODO MUNDO CONCENTRADO.

PROFª. VERA AUXILIANDO OS ALUNOS DO 2º ANO B.

PROFª. VERA AUXILIANDO OS ALUNOS DO 2º ANO B.
OBRIGADO A TODOS QUE NOS SEGUEM E QUE ACOMPANHAM NOSSAS ATIVIDADES.

MONITOR: ESMALE HENRIQUES - TURNO DA TARDE.

ATIVIDADE DA PROFª. Patrícia Teles 5º ANO B - SOBRE Clima e Vegetação.

Boa tarde leitores hoje vamos conhecer e falar um pouco sobre clima e vegetação.

O clima (do grego para "inclinação", referindo o ângulo formado pelo eixo de rotação da terra e seu plano de translação) compreende umpadrão dos diversos elementos atmosféricos [1] que ocorrem na atmosfera da Terra. Fenômenos como frente friastempestadesfuracões e outros estão associados tanto às variações meteorológicas preditas pelas leis físicas determinísticas, assim como a um conjunto de variações aleatórias dos elementos meteorológicos (temperaturaprecipitaçãoventoumidadepressão do ar) cuja principal ferramenta de investigação é a estatística. As semelhanças em várias regiões da Terra de tipos específicos caracterizam os diversos tipos de clima, para o que são consideradas as variações médias dos elementos meteorológicos ao longo das estações do ano num período de não menos de 30 anos.



Tipos de clima

Mapa climático.




Vegetação é um termo geral para a vida vegetal de uma região; isso se refere às formas de vida que cobrem os solos, as estruturas espaciais ou qualquer outra medida específica ou geográfica que possua características botânicas. É mais amplo que o termo flora, que se refere exclusivamente à composição das espécies. É o conjunto de plantas nativa de certo local que se encontram em qualquer área terrestre, desde que nesta localidade haja condições para o seu desenvolvimento. Tais condições são: luz, calor, umidade e solosfavoráveis, nos quais é indispensável a água.
Além de possibilitar a existência da vegetação, esses fatores também condicionam suas características. A vegetação suporta funções críticas na biosfera, em todas as possíveis escalas espaciais. Primeiro, a vegetação regula o fluxo de numerosos ciclos biogeoquímicos (ver biogeoquímica), mais criticamente as de água, de carbono enitrogênio, além de ser um fator importante nos balanços energéticos. Esses ciclos são importantes não somente para os padrões globais de vegetação, mas também para os de clima. Em segundo lugar, a vegetação afeta as características do solo, incluindo seu volume, sua química e textura, por meio da produtividade e da estrutura da vegetação. Vegetação é também extremamente importante para a economia mundial, em especial no uso de combustíveis fósseis como fonte de energia, mas também na produção mundial de alimentos, madeira, combustível e outros materiais.
Talvez o mais importante, e muitas vezes esquecido, na vegetação global (incluindo algas comunidades) tem sido a principal fonte de oxigênio na atmosfera, permitindo que o sistema de metabolismo aeróbico evolua e persista. Finalmente, a vegetação é psicologicamente importante para o homem, que evoluiu quando em contato direto com a dependência da vegetação, através de alimento, abrigo e remédios.

Classificação

Grande parte do trabalho sobre a classificação vegetativa provém de ecologistas europeus e norte-americanos, e eles possuem diferentes abordagens. Na América do Norte, os tipos de vegetação são baseados em uma combinações dos seguintes critérios: clima padrão, comportamento do vegetal, fenologia e/ou formulário do crescimento, e espécies dominantes. Na Europa, a classificação baseia-se frequentemente, por vezes inteiramente, na atenção em relação à composição florística (espécie) sozinha, sem referência explícita ao clima, ao crescimento de fenologia ou outras formas. Na forma da América, os níveis hierárquicos, da forma mais geral à mais específica, são os seguintes: sistema, classe, subclasse, grupo, formação, aliança, associação.
Os vegetais necessitam de quantidades de água ou umidade variáveis. Dessa forma, pode se classificar três tipos de vegetação quanto à umidade:
  • Vegetação xerófila: Vegetação adaptada à aridez. Possui raízes compridas, aprofundando-se bastante no solo para buscar água. Apresenta folhas pequenas e muitas vezes cobertas de ceras, para diminuir a evaporação (perda de água). Possuem também, folhas em forma de espinhos para diminuir a evaporação. Exemplo: Caatinga.
  • Vegetação tropófila: Vegetação adaptada à variações de umidade, segundo a estação, seca ou chuvosa. As plantas são de características caducifólias (plantas que perdem as folhas em estações secas ou frias). Exemplo: Cerrados.

VAMOS AS FOTOS DA ATIVIDADE
FOTO DO SLIDE.

FOTO DA PROFª PATRÍCIA TELES MINISTRANDO A AULA.

FOTO DA PROFª PATRÍCIA TELES MINISTRANDO A AULA.

FOTO DA PROFª PATRÍCIA TELES MINISTRANDO A AULA.

FOTO DO SLIDE.

FOTO DA PROFª E SUA TURMA 5º ANO B.
POR HOJE É SÓ LEITORES.

MONITOR: ESMALE HENRIQUES - TURMA DA TARDE.

ATIVIDADE DA PROFª. Patrícia Teles 5º ANO B - SOBRE Engenho / Canaviais / Desmatamento.

Boa tarde caros leitores, hoje vamos ver uma atividades realizada pela professora do 5º ano B tarde Patrícia Teles sobre Funcionamento dos Engenhos, conhecimentos dos canaviais e Desmatamento.

 A professora utilizou de Datashow e internet para complementar sua aula. Vamos as fotos da atividade.

Foto do slide Desmatamento.

Profª. Patrícia Teles ministrando a aula.

Tuma do 5º ano B.

Tuma do 5º ano B.

Turma fazendo a atividade sobre Engenho e canavial

Turma fazendo a atividade sobre Engenho e canavial

Turma fazendo a atividade sobre Engenho e canavial

Professora dando um auxilio aos alunos.

Por hoje é só leitores.

Monitor: Esmale Henriques - Turno da tarde.